quinta-feira, 31 de maio de 2012

terça-feira, 29 de maio de 2012

TRANSPARÊNCIA NO LEGISLATIVO

Estou apresentando meu contracheque de subsídio de vereadora referente ao mês de março de 2012. Já havia colocado a público nos dois primeiros informativos do meu mandato.
O subsídio da assessora é de R$1.300,00 líquidos e é recebido diretamente por ela. 
A verba de gabinete é de R$1.575,70 que são gastos com as despesas do gabinete: aluguel, água, luz, telefone fixo, material de escritório, publicações institucionais, etc.
Qualquer dúvida, a prestação de contas se encontra à disposição de qualquer cidadão no gabinete parlamentar, na Praça Carlos Gomes, 19 - Centro.

OBS: CLIQUE NA IMAGEM PARA AUMENTÁ-LA.

POLÍTICA E POLÍTICO


Engana-se aquele que diz que vive sem a política. Ela faz parte da vida diária de todos nós. Fazemos política, cotidianamente. A ação política está presente em todos os momentos da vida: na família, no bairro, na escola, em todos os lugares. A tônica alimentada pela mídia é que os políticos não prestam e que todos são corruptos. Discordo. Há gente boa e bem intencionada, em todas as esferas. O que precisa é que as pessoas que querem o bem comum se posicionem e tomem atitudes. Temos dado lugar á corrupção, à desonestidade, por falta de vontade política. Os bons têm se acomodado e os maus têm se destacado. Faz-se necessário um basta a esse tipo de política que assola em nosso país: política da vantagem, da corrupção, do “toma lá, dá cá”. É urgente sair do comodismo, do “deixa o outro resolver para mim”, ou, estou bem, o outro que se dane... Vamos participar ativamente das decisões políticas do nosso município, do estado e do país. Como? Através dos conselhos, das ONGs, das associações de bairro; participar das reuniões da Câmara, das audiências públicas e de todo tipo de manifestação que vise à melhoria de vida para todos. Vamos cobrar e participar, dando a nossa contribuição de cidadãos conscientes. Juntemos nossas forças para transformar nossa sociedade em uma sociedade mais justa e igualitária.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

PROFESSORES UFSJ EM GREVE


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EMENDA PARLAMENTAR


De acordo com a Constituição, a emenda parlamentar é o instrumento que o Congresso Nacional possui para participar da elaboração do orçamento anual. Por meio das emendas os parlamentares procuram aperfeiçoar a proposta encaminhada pelo Poder Executivo, visando uma melhor alocação dos recursos públicos. É a oportunidade que eles têm de acrescentarem novas programações orçamentárias com o objetivo de atender as demandas das comunidades que representam. Além das emendas individuais existem as coletivas, como as de Bancada, produzidas em conjunto pelos parlamentares de estados e regiões em comum.

Apesar de estarem previstas na Legislação, as emendas parlamentares constituem um assunto polêmico entre os analistas. Há quem defenda que tais emendas representam uma ação política, paroquial e eleitoreira. Para outros, elas são a oportunidade que os pequenos municípios têm de receber benfeitorias da União, como hospitais, presídios, postos de saúde, quadras esportivas e outras obras do gênero.

Não é de hoje que, para o governo federal, as emendas parlamentares significam úteis ocasiões de negociar com os congressistas o apoio em futuros projetos. Como o Orçamento da União é autorizativo, e não impositivo, os governos costumam liberar as emendas dos parlamentares fiéis e desconsiderar , ou atender com menor afinco, as demandas dos parlamentares que lhe fazem oposição.

Outro instrumento utilizado por deputados e senadores para influenciar a execução do orçamento, de forma a atender seus redutos eleitorais é a negociação de parcelas das rubricas consignadas como “Nacionais” no OGU. Tais rubricas não especificam os estados ou municípios onde o recurso deve ser aplicado, ficando a cargo do ministério responsável definir as localidades favorecidas.

No Ministério do Esporte, por exemplo, os recursos previstos no orçamento para a ação “Implantação de Núcleos de Esporte Recreativo e de Lazer”, teoricamente deveriam ser aplicados em localidades que carecem de infra-estrutura esportiva. Na prática, no entanto, nem sempre é isso que acontece. Muitas vezes, determinados políticos solicitam ao ministério liberação de verba para os estados e localidades que representam, deixando os mais necessitados de fora da lista dos beneficiados. Resultado: ganham os municípios com maior força política dentro do Congresso.

As emendas coletivas também dão margem a situações curiosas. Freqüentemente, um grupo de parlamentares se une quando o orçamento está em votação e apresenta uma emenda em favor do seu estado dentro de uma rubrica intitulada “Nacional”. Feito isso, negociam com a pasta beneficiada, para que a compra, por exemplo, de 10 ambulâncias seja partilhada unicamente nas áreas de interesse político do referido grupo parlamentar. São as chamadas “rachadinhas”.

Enfim, as emendas parlamentares têm aspectos positivos e negativos. De positivo, o benefício federal que atende diretamente diversas localidades. De negativo, a liberação discricionária que o Executivo faz, distinguindo os parlamentares que apóiam ou não o governo, banalizando e apequenando as relações entre os Poderes Legislativo e Executivo.

http://contasabertas.uol.com.br/noticias…


 OBS: MUITAS VEZES O MUNICÍPIO NÃO RECEBE VERBA PARLAMENTAR POR NÃO APRESENTAR PROJETOS CORRETOS, COMO É O CASO DA NOSSA CIDADE QUE PERDEU CRECHES POR ESSE MOTIVO.